Vamos mesmo continuar a fingir que isto é amor?
Hoje no direto vamos falar sobre a geração que normalizou o ciúme doentio, o controlo disfarçado de “preocupação” e as relações que mais parecem uma prisão emocional do que um espaço de crescimento.
Estamos a romantizar comportamentos tóxicos, a chamar dependência de amor e a aceitar migalhas emocionais como se fosse banquete. Vamos falar disto sem paninhos quentes — porque enquanto continuarmos a aceitar o mínimo, vamos continuar a viver relações mínimas.
O amor não deveria doer. Chega de varrer o tema para debaixo do tapete. Por que é que estamos a romantizar relações que mais parecem campos de batalha emocionais? Está na hora de abrir os olhos! 👀
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